MEU CANTINHO
TRADUTOR
quarta-feira, 13 de março de 2013
Eu disse ao começar estas páginas: eu quero tudo o que é belo, tudo o que é arte, tudo o que excelente, tudo o que dignifica, tudo o que ressalta da mediocridade e se eleva a patamar mais alto, tudo o que é ético, educativo, e o de melhor!... Mas, como para se fazer algo, que sáia bem feito, temos que nos socorrer-nos de alguém, para ensinar-nos certas manobras na internet, da qual ainda não temos a prática necessária nem o traquejo de suas normas. Por isto, quero buscar alguém, um ou uma professora expert em internet e computador, para que possamos fazer algo bonito, delicado e gostoso!... e, sepudesse, também, perfumado!... Mas, como sou ansiosa e isto está demorando acontecer, vou levando, da maneira um tanto primária... como consigo...
Eu amo amar... Nasci para amar... Amo o Amor!... Gostaria de nadar no Amor... respirar Amor... exalar Amor... saborear Amor... viver no Amor... E, por tudo isto, eu amo amar... eu amo o Amor... e amo quem eu muito admiro, quem sabe falar de amor... E, assim, eu tenho os meus líderes... - pessoas que têm certo comportamento, certas atitudes, que eu admiro muito!... Tenho, também os meus ídolos, pessoas que eu amo: os escritores, cientistas, poetas e cantores, que eu amo!... São para mim, como estrelas, de 1ª a 5ª grandeza!... Entre os de maior grandeza, há um que eu amo muito - LÉON DENIS! Amo-o porque é inteligente, escritor, romântico, sensível e sabe descrever muito bem tudo o que diz! E, como eu, ama o Amor... Eu, romântica e sensível sou! Mas, gostaria de ser poeta para descrever León Denis, num poema de luzes e amor. Abaixo transcrevo uma prece ou poema lírico da autoria de Léon Denis:
"É a Ti, ó Potência Suprema! qualquer que seja o nome que Te deem e, por mais imperfeitamente que sejas compreendida; é a Ti, Fonte Eterna da Vida, da beleza, da harmonia, que se elevam nossas aspirações, nossa confiança, nosso amor.
Onde Estás? em que Céus profundos, misteriosos, TU Te escondes? Quantas Almas acreditam que bastaria, para Te encontrar, o deixar a Terra! MasTu Te conservas invisível no mundo espiritual, quanto no mundo terrestre, invisível para aqueles que não adquiriram ainda a pureza suficiente para refletir Teus divinos raios.
Tudo revela e manifesta, no entanto, tua presença. Tudo quanto na Natureza e na Humanidade canta e celebra o amor, a beleza, a perfeição, tudo que vive e respira é mensagem de Deus. As forças grandiosas que animam o Universo proclamam a realidade da Inteligência Divina;
ao lado delas, a majestade de Deus se manifesta na História pela ação das grandes Almas que, semelhante a vagas imensas, trazem às plagas terrestres todas as potências da obra de sabedoria e de amor.
E Deus está, assim, em cada um de nós, no templo vivo da consciência. É aquele o lugar sagrado, o santuário em que se encontra a divina centelha.
Homens! aprendei a imergir em vós mesmos, a esquadrinhar os mais íntimos recônditos do vosso ser; interrogai-vos no silêncio e no retiro. E aprendereis a reconhecer-vos, a conhecer o poder escondido em vós. É Ele que leva e faz resplandecer no fundo de vossas consciên-cias as santas imagens do bem, da verdade, da justiça, e é honrando essas imagens divinas, rendendo-lhes um culto diário, que essa consciência, ainda obscura, se purifica e se ilumina.
Pouco a pouco, a luz se engrandece em nós outros. De igual modo que, gradualmente, de maneira insensível, as sombras dão lugar à luz do dia, assim a Alma se ilumina das irradiações desse foco que reside nela e faz desabrochar, em nosso pensamento e em nosso coração, formas sempre novas, sempre inesgotáveis de verdade e de beleza. E essa luz é também harmonia penegrante, voz que canta na alma do poeta, do escritor, do profeta, e os inspira e lhes dita as grandes e fortes obras, nas quais eles trabalham para elevação da Humanidade. Mas, sentem essas coisas apenas aqueles que, tendo dominado a matéria, se tornaram dignos dessa comunhão sublime, por esforços seculares, aqueles cujo senso íntimo se abriu às impressões profundas e conhecem o sopro potente que atiça os clarões do gênio, sopro que passa pelas frontes pensativas e faz estremecer os envoltórios humanos."
THE END
Eu amo amar... Nasci para amar... Amo o Amor!... Gostaria de nadar no Amor... respirar Amor... exalar Amor... saborear Amor... viver no Amor... E, por tudo isto, eu amo amar... eu amo o Amor... e amo quem eu muito admiro, quem sabe falar de amor... E, assim, eu tenho os meus líderes... - pessoas que têm certo comportamento, certas atitudes, que eu admiro muito!... Tenho, também os meus ídolos, pessoas que eu amo: os escritores, cientistas, poetas e cantores, que eu amo!... São para mim, como estrelas, de 1ª a 5ª grandeza!... Entre os de maior grandeza, há um que eu amo muito - LÉON DENIS! Amo-o porque é inteligente, escritor, romântico, sensível e sabe descrever muito bem tudo o que diz! E, como eu, ama o Amor... Eu, romântica e sensível sou! Mas, gostaria de ser poeta para descrever León Denis, num poema de luzes e amor. Abaixo transcrevo uma prece ou poema lírico da autoria de Léon Denis:
"É a Ti, ó Potência Suprema! qualquer que seja o nome que Te deem e, por mais imperfeitamente que sejas compreendida; é a Ti, Fonte Eterna da Vida, da beleza, da harmonia, que se elevam nossas aspirações, nossa confiança, nosso amor.
Onde Estás? em que Céus profundos, misteriosos, TU Te escondes? Quantas Almas acreditam que bastaria, para Te encontrar, o deixar a Terra! MasTu Te conservas invisível no mundo espiritual, quanto no mundo terrestre, invisível para aqueles que não adquiriram ainda a pureza suficiente para refletir Teus divinos raios.
Tudo revela e manifesta, no entanto, tua presença. Tudo quanto na Natureza e na Humanidade canta e celebra o amor, a beleza, a perfeição, tudo que vive e respira é mensagem de Deus. As forças grandiosas que animam o Universo proclamam a realidade da Inteligência Divina;
ao lado delas, a majestade de Deus se manifesta na História pela ação das grandes Almas que, semelhante a vagas imensas, trazem às plagas terrestres todas as potências da obra de sabedoria e de amor.
E Deus está, assim, em cada um de nós, no templo vivo da consciência. É aquele o lugar sagrado, o santuário em que se encontra a divina centelha.
Homens! aprendei a imergir em vós mesmos, a esquadrinhar os mais íntimos recônditos do vosso ser; interrogai-vos no silêncio e no retiro. E aprendereis a reconhecer-vos, a conhecer o poder escondido em vós. É Ele que leva e faz resplandecer no fundo de vossas consciên-cias as santas imagens do bem, da verdade, da justiça, e é honrando essas imagens divinas, rendendo-lhes um culto diário, que essa consciência, ainda obscura, se purifica e se ilumina.
Pouco a pouco, a luz se engrandece em nós outros. De igual modo que, gradualmente, de maneira insensível, as sombras dão lugar à luz do dia, assim a Alma se ilumina das irradiações desse foco que reside nela e faz desabrochar, em nosso pensamento e em nosso coração, formas sempre novas, sempre inesgotáveis de verdade e de beleza. E essa luz é também harmonia penegrante, voz que canta na alma do poeta, do escritor, do profeta, e os inspira e lhes dita as grandes e fortes obras, nas quais eles trabalham para elevação da Humanidade. Mas, sentem essas coisas apenas aqueles que, tendo dominado a matéria, se tornaram dignos dessa comunhão sublime, por esforços seculares, aqueles cujo senso íntimo se abriu às impressões profundas e conhecem o sopro potente que atiça os clarões do gênio, sopro que passa pelas frontes pensativas e faz estremecer os envoltórios humanos."
THE END
terça-feira, 12 de março de 2013
AUGUSTO CURY
Decifrar os códigos da inteligência nos faz entender
Que não somos deuses, mas seres humanos imperfeitos.
Decifrar os códigos do Eu como gestor do intelecto,
Da resiliência, do Carisma, do Altruísmo,
Da Autocrítica, do Debate de Idéias, da Intuição Criativa,
Não é um dever, mas um direito de cada ser humano
Que busca ter uma mente brilhante e procura
A excelência emocional, social e profisssional.
AUGUSTO CURY
Que não somos deuses, mas seres humanos imperfeitos.
Decifrar os códigos do Eu como gestor do intelecto,
Da resiliência, do Carisma, do Altruísmo,
Da Autocrítica, do Debate de Idéias, da Intuição Criativa,
Não é um dever, mas um direito de cada ser humano
Que busca ter uma mente brilhante e procura
A excelência emocional, social e profisssional.
AUGUSTO CURY
E V O L U Ç Ã O
E V O L U Ç Ã O
Se devassássemos os labirintos
Dos eternos princípios embrionários,
A cadeia de impulsos e de instintos,
Rudimentos dos seres planetários;
Tudo o que a poeira cósmica elabora
Em sua atividade interminável,
O anseio da vida, a onda sonora,
Que percorrem o espaço imensurável!...
Veríamos o evolver dos elementos,
Das orígens às súbitas asceses,
Transformando-se em luz, em sentimentos,
No assombroso prodígio das esteses.
No profundo silêncio dos inermes,
Inferiores e rudimentares,
Nos rochedos, nas plantas e nos vermes,
A mesma luz dos corpos estelares!
É que, dos invisíveis microcosmos,
Ao monólito enorme das idades,
Tudo é clarão da evolução do cosmos,
Imensidade nas imensidades!Q
Nós já fomos os germes doutras eras,
Enjaulados no cárcere das lutas,
Viemos do princípio das moneras,
Buscando as perfeições absolutas!
Se devassássemos os labirintos
Dos eternos princípios embrionários,
A cadeia de impulsos e de instintos,
Rudimentos dos seres planetários;
Tudo o que a poeira cósmica elabora
Em sua atividade interminável,
O anseio da vida, a onda sonora,
Que percorrem o espaço imensurável!...
Veríamos o evolver dos elementos,
Das orígens às súbitas asceses,
Transformando-se em luz, em sentimentos,
No assombroso prodígio das esteses.
No profundo silêncio dos inermes,
Inferiores e rudimentares,
Nos rochedos, nas plantas e nos vermes,
A mesma luz dos corpos estelares!
É que, dos invisíveis microcosmos,
Ao monólito enorme das idades,
Tudo é clarão da evolução do cosmos,
Imensidade nas imensidades!Q
Nós já fomos os germes doutras eras,
Enjaulados no cárcere das lutas,
Viemos do princípio das moneras,
Buscando as perfeições absolutas!
segunda-feira, 11 de março de 2013
HISTÓRIA DE UM CÃO
Poema de Luís Guimarães
Eu tive um cão. Chamava-se Veludo:
Magro, asqueroso, revoltante, imundo,
Para dizer numa palavra tudo
Foi o mais feio cão que houve no mundo.
Recebi-o das mãos d'um camarada.
Na hora da partida, o cão gemendo
Não me queria acompanhar por nada:
Enfim - mau grado seu - o vim trazendo.
O meu amigo cabisbaixo, mudo,
Magro, asqueroso, revoltante, imundo,
Para dizer numa palavra tudo
Foi o mais feio cão que houve no mundo.
Recebi-o das mãos d'um camarada.
Na hora da partida, o cão gemendo
Não me queria acompanhar por nada:
Enfim - mau grado seu - o vim trazendo.
O meu amigo cabisbaixo, mudo,
Olhava-o ... o sol nas ondas se abismava...
«Adeus!» - me disse,- e ao afagar Veludo
Nos olhos seus o pranto borbulhava.
«Trata-o bem. Verás como rasteiro
Te indicarás os mais sutis perigos;
Adeus! E que este amigo verdadeiro
Te console no mundo ermo de amigos.»
Veludo a custo habituou-se à vida
Que o destino de novo lhe escolhera;
Sua rugosa pálpebra sentida
Chorava o antigo dono que perdera.
«Adeus!» - me disse,- e ao afagar Veludo
Nos olhos seus o pranto borbulhava.
«Trata-o bem. Verás como rasteiro
Te indicarás os mais sutis perigos;
Adeus! E que este amigo verdadeiro
Te console no mundo ermo de amigos.»
Veludo a custo habituou-se à vida
Que o destino de novo lhe escolhera;
Sua rugosa pálpebra sentida
Chorava o antigo dono que perdera.
Nas longas noites de luar brilhante,
Febril, convulso, trêmulo, agitado
A sua cauda - caminhava errante
À luz da lua - tristemente uivando
Toussenel, Figuier e a lista imensa
Dos modernos zoológicos doutores
Dizem que o cão é um animal que pensa:
Talvez tenham razão estes senhores.
Lembro-me ainda. Trouxe-me o correio,
Cinco meses depois, do meu amigo
Um envelope fartamente cheio:
Era uma carta. Carta! era um artigo.
Contendo a narração miúda e exata
Da travessia. Dava-me importantes
Notícias do Brasil e de La Plata,
Falava em rios, árvores gigantes:
Gabava o "steamer" que o levou; dizia
Que ia tentar inúmeras empresas:
Contava-me também que a bordo havia
Mulheres joviais - todas francesas.
Assombrava-me muito da ligeira
Moralidade que encontrou a bordo:
Citava o caso d’uma passageira...
Mil coisas mais de que me não recordo.
Finalmente, por baixo disso tudo
Em nota breve do melhor cursivo
Recomendava o pobre do Veludo
Pedindo a Deus que o conservasse vivo.
Enquanto eu lia, o cão tranquilo e atento
Me contemplava, e - creia que é verdade,
Vi, comovido, vi nesse momento
Seus olhos gotejarem de saudade.
Depois lambeu-me as mãos humildemente,
Estendeu-se a meus pés silencioso
Movendo a cauda, - e adormeceu contente
Farto d’um puro e satisfeito gozo.
Passou-se o tempo. Finalmente um dia
Vi-me livre daquele companheiro;
Para nada Veludo me servia,
Dei-o à mulher d’um velho carvoeiro.
E respirei! «Graças a Deus! Já posso»
Dizia eu «viver neste bom mundo
Sem ter que dar diariamente um osso
A um bicho vil, a um feio cão imundo».
Gosto dos animais, porém prefiro
A essa raça baixa e aduladora
Um alazão inglês, de sela ou tiro,
Ou uma gata branca cismadora.
Mal respirei, porém! Quando dormia
E a negra noite amortalhava tudo,
Senti que à minha porta alguem batia:
Fui ver quem era. Abri. Era Veludo.
Saltou-me às mãos, lambeu-me os pés ganindo,
Farejou toda a casa satisfeito;
E - de cansado - foi rolar dormindo
Como uma pedra, junto do meu leito.
Preguejei furioso. Era execrável
Suportar esse hóspede inoportuno
Que me seguia como o miserável
Ladrão, ou como um pérfido gatuno.
E resolvi-me enfim. Certo, é custoso
Dizê-lo em alta voz e confessá-lo:
Para livrar-me desse cão leproso
Havia um meio só: era matá-lo.
Zunia a asa fúnebre dos ventos;
Ao longe o mar na solidão gemendo
Arrebentava em uivos e lamentos...
De instante em instante ia o tufão crescendo.
Chamei Veludo; ele seguiu-me. No entanto
A fremente borrasca me arrancava
Dos frios ombros o revolto manto
E a chuva meus cabelos fustigava.
Despertei um barqueiro. Contra o vento,
Contra as ondas coléricas vogamos;
Dava-me força o torvo pensamento:
Peguei num remo - e com furor remamos.
Veludo à proa olhava-me choroso
Como o cordeiro no final momento.
Embora! Era fatal! Era forçoso
Livrar-me enfim desse animal nojento.
No largo mar ergui-o nos meus braços
E arremessei-o às ondas de repente...
Ele moveu gemendo os membros lassos
Lutando contra a morte. Era pungente.
Voltei à terra - entrei em casa. O vento
Zunia sempre na amplidão, profundo.
E pareceu-me ouvir o atroz lamento
De Veludo nas ondas, morimbundo.
Mas ao despir dos ombros meus o manto
Notei - oh grande dor! - haver perdido
Uma relíquia que eu prezava tanto!
Era um cordão de prata: - eu tinha-o unido
Contra o meu coração constantemente
E o conservava no maior recato,
Pois minha mãe me dera essa corrente
E, suspenso à corrente, o seu retrato.
Certo caíra além no mar profundo,
No eterno abismo que devora tudo;
E foi o cão, foi esse cão imundo
A causa do meu mal! Ah, se Veludo
Duas vidas tivera - duas vidas
Eu arrancara àquela besta morta
E àquelas vis entranhas corrompidas.
Nisto senti uivar à minha porta.
Corri, - abri... Era Veludo! Arfava:
Estendeu-se a meus pés, - e docemente
Deixou cair da boca que espumava
A medalha suspensa da corrente.
Fora crível, oh Deus? - Ajoelhado
Junto do cão - estupefato, absorto,
Palpei-lhe o corpo: estava enregelado;
Sacudi-o, chamei-o! Estava morto.
L E M B R A N Ç A S
Lembrando-me de minha mãe (e todos os dias, eu lembro de alguma coisa dela, coisas que ela dizia ou que fazia... Hj, lembrei-me da sua canção preferida... muito, muito antiga, mas, que eu aprendi, de tanto que eu gostava de ouvi-la contar aquela história de amor... Em homenagem a ela, posto aqui:
O JANGADEIRO
Era o meu lindo jangadeiro,
De olhos da côr verde do mar...
Também, como ele, traiçoeiro,
Mentiu-me tanto o seu olha.
Ele passava o dia inteiro,
Longe nas águas a pescar...
E eu, intranquila, o seu veleiro,
Lá no horizonte, a procurar...
Mas, quando a tarde escurecia,
O sino ouvia a repicar...
A badalar a Ave-Maria...
E via... uma vela sobre o mar!...
Era o meu lindo jangadeiro
No seu veleiro a regressar...
A práia, seu olhar primeiro...
Buscava ansioso o meu olhar!
Quanto ditosa eu me sentia!!!...
Passava os dias a cantar!...
A ver se em breve escurecia,
A hora feliz do seu voltar!...
Mas, há na vida, sempre, um dia!...
Dia de um sonho a se acabar!... ... ...
E esse me veio em que eu não via
O seu veleiro regressar!...
Não mais voltou o seu veleiro!
Não mais o vi por sobre o mar...
Seu olhar LINDO E TRAIÇOEIRO!...
Não mais buscou o meu olhar!...
Por uma tarde alviçareira...
O sino ouvia a repicar...
Era o meu lindo jangadeiro
Que ia, com outra, se casar...
THE END
(Desconheço o autor. E tbm, por não conhecer a letra,
isto é, a original - a pontuação e distribuição são
minhas - (Ieda Brasiliense Marinho)
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