TRADUTOR

quarta-feira, 6 de março de 2013

Tenho por base, tudo o que é excelente, educativo, sábio e belo, usá-lo, para enfeitar minhas páginas, minha vida!...  Como adpta do Conhecimento de todas as áreas da sabedoria humana, e admirando muito o pensamento de Augusto Cury, sorteei esta página, entre tantas dele, para postar aqui:
 
       A  BUSCA  PELA  QUALIDADE  DE  VIDA:
 
"Ao longo de mais de 25 anos deparei-mecom pessoas encantadoras no consultório, mas que, infelizmente, davam o pior de si para quem mais amavam.  Em ambientes socialmente estranhos eram angelicais, as, ao abrirem a porta de casa, abriam simultaneamente as janelas doentias da sua memória, libertando os "fantasmas" da impaciência, da intolerância e da irritabilidade.
      Nem sempre os pais e professores libertam seu imaginário e  procuram decifrar os códigos da inteligência para dar o melhor de si para seus filhos e alunos.  Raramente, um executivo fz uma profunda autocrítica para avaliar se sua secretária e seus auxiliares desfrutam do melhor de sua personalidade.  Não se soltam, não relaxam, não motivam, não brincam, não encantam, embora tenham potencial para surpreender.  Às vezes, damos o pior de nós, inclusive para nós mesmos. Não procuramos a excelência da qualidade de vida.
       J.V. trabalhou arduamente para ornar-se grande empresário.  E conseguiu.  Enriqueceu muito, mas não tinha mais tempo não apenas para seus familiares, mas para si mesmo.  Abandonou-se  em meio a um mar de compromissos.
       Tinha casa na práia, mas raramente ia descansar.  Tinha uma fazenda belíssima e gostava de criar gado, mas n~çao tinha tempo para o que gostava.  Tinha condições para viajar para qualquer lugar do mundo, de primeira classe, mas não tinha tempo para esse luxo.   Viajar só a trabalho.
        Mas, umdia interrompeu seu ritmo alucinante. Foi descansarem um leito de hospital, com infarto agudo do miocárdio..  Às portas da morte, descobriu que foi mesquinho consigo mesmo.  Foi um rico  miserável.  Felizmente, teve uma segunda chance, a chance de fazer uma segunda jornada.
        Muitos trabalham e trabalham sem parar.  Qunto mais acumulam capital mais precisam trabalhar para manter o padrão e pagar os funcionários que têm.  Nunca desfrutamdo seu sucesso.  Vivem uma eterna fadiga em uma existência brevíssima.  Se vivêssemos mil anos trabalhando comoo um louco, mas se vivermos oitenta anos em média, é loucura trabalhar sem parar.  Planejar o prazer, os sonhos, os projetos, é fundamental.  Mas, desprezamos a busca pela excelência da qualidade de vida.
        Procurar a excelência afetiva, inteletual, social, profissioal, deveria ser a meta de todo ser humano.  Procurá-la não é viver a paranóia de ser o número um.  Não é desejar obsessivamente ser o melhor para ser o centro das atençlões sociais.  Mas, dar o melhor que temos para irrigar a nós mesmos e a nossa epresa, escola, família.  Quem não busca a excelência vive nas tramas do indiidualismo.  Pensa muito mais em si mesmo do que nos outros.
        Ao buscar a excelência nos outros, temos de entender que não há pessoas  destituídas de inteligência, mas pessoas que não aprenderam a decifrar os códigos que libertam seu potencial intelectual.  Não há pessoas mentalmente medíocres, mas mentalmente inertes, conformistas, paralisadas pelo medo de ousar.  Procurar a excelência étrreinar nosso intelecto para trazer à tona o ouro que se esconde no terreno acidentado de nossas dificuldades e limitações.

Um comentário:

  1. DE TUDO UM POUCO

    LEMBRANÇA

    Procurando algo antigo: uma história,um poema, uma música... Lembrei-me de um colega que tive, e ele vivia me cantando... Era poeta
    e fazia suas poesias muito bem, escrevia frases lindas e me dava. Lembro-me de uma das últimas
    que ele escreveu-me: "Um dia chegarás à idade em
    que se perdem para sempre as ilusões; e, aí, me dirás o que é sentir saudade e chorar no horror de longas solidões..." Bem, quero dizer que ainda não cheguei a essa idade... (risos)... E,abaixo transcrevo uma poesia, não sei se sua ou de outrem. Para mim, o autor é desconhecido:

    CARTA EM BRANCO

    Guarda contigo esta página sem nada,
    Entre folhas e cartas - esquecida!
    Deixa-a humilde,pobre, abandonada,
    Esta que encerra o calor de uma vida!

    E, quando,um dia! surgir,inesperada!
    A dor de uma saudade... comovida,
    Deita o teu olhar, sereno, em cada
    Linha, que o tempo tornará esbatida.

    Verás que a volúpia infinda!...
    Deste sonho de amor que assim me agita.
    Dos versos que não pude dar-te ainda,

    Brilhará aos teus olhos... e, então!
    Compreenderás a "força de expressão"
    da "Folha em Branco", humildemente
    linda!"

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